Machu Picchu indescritível

Não dá pra descrever o que é estar em Machu Picchu. Difícil explicar o que se sente nessas ruínas e como dá orgulho e ao mesmo tempo uma melancolia de ser latinoamericano. Mas dá pra contar um pouco como é chegar lá.

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E já fica a dica com merchan de graça: contrate uma agência local. A nossa foi impecável em todos os sentidos, chegamos a levar uma leve bronca por atrasar 2 minutos na saída do hotel (e olha que a gente é pontual).

Lembrando, chegamos a Cusco no início da tarde passamos o dia descansando pra acostumar com a altitude. No dia seguinte, deixamos as malas grandes no guarda volumes do hotel e pegamos a van, cada um com sua mochila.

De van, com guia e alguns companheiros de viagem, passamos por um santuário de lhamas – LHAMAS. Você leu direito, LHAMAS e ALPACAS. Todos os tipos e espécies e pelos e cores. Vivas e em formas de casacos, pantufas, luvas, gorros, calças, cachecóis, e tudo o que você conseguir imaginar e produzir.

De lá, fomos pra Pisac, uma cidadezinha que é praticamente uma feira, mas com uma vista linda das montanhas. Os primeiros Lhama Picture foram ouvidos aqui, por sinal. Depois paramos numa fazenda para um almoço ESPETACULAR, um buffet gigante com todas as delícias da cozinha peruana & sobremesas.

Passando mal de tanto comer, fomos pra Ollyataitambo, a cidade que era a primeira linha de defesa de Machu Picchu. Obrigatória essa parada, é como um belo trailer do filme que você só vai poder assistir no dia seguinte. Além de treinar as pernas pro sobe e desce das ruínas, é o começo do mergulho na história Inca.

O final do dia é na estação de trem. Aqui a gente embarca pra uma viagem de mais ou menos uma hora, com um cafezinho delícia e paisagem absurdamente linda. O trem é confortável, pontual e confiável. Provavelmente a melhor opção, a não ser que você queira caminhar 3 dias ou passar 8 horas numa estrada sinuosa e perigosa.

Chegamos em Aguas Calientes já de noite. A cidade é vibrante. Minúscula, praticamente um bairro, mas lotada, entupida de gente, loja, bar, restaurante e ansiedade. Obviamente que a cidade só existe em função de Machu Picchu e dos turistas que chegam do mundo todo. O padrão é passar só uma noite aqui, e no dia seguinte pegar o ônibus que leva até a entrada da cidade sagrada.

De manhã, café tomada, mochila nas costas, fomos pro ponto de ônibus, uma fila gigantesca. Nada que assuste, os ônibus saem um em seguida do outro, fazem um percurso de uns 30 minutos de subida, até a porta de Machu Picchu.

De Machu Picchu não há o que falar, tem que ir e ver, ouvir, sentir, cheirar e sentir. Apenas contrate um guia pra aproveitar ao máximo, tire a foto tradicional e mais outras duzentas, cuidado com as lhamas e tape o nariz quando cruzar com o pessoal que chega da Trilha Inca, eles são guerreiros mas estão há três ou quatro dias sem tomar banho.

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